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As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata

Nessa terça-feira (4) um press release da SONY trouxe muitas novidades sobre a próxima adaptação cinematográfica das obras de C.S. Lewis. O quarto filme da série (A cadeira de prata) será dirigido por Joe Johnston (Capitão América: O Primeiro Vingador), tem como roteirista David Magee (As Aventuras de Pi) e Mark Gordon (O Resgate do Soldado Ryan), Douglas Gresham – enteado de C.S. Lewis -, Vincent Sieber e Melvin Adamsn como produtores.

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As filmagens devem começar em Novembro e ter como localidade as duas ilhas da Nova Zelândia e o Henderson Valley Studios da Nova Zelândia.

O elenco humano da produção deve ser complementado com esforços de live-action e CGI animation sob supervisão de Robert Legato (Mogli: O menino-lobo, Titanic e A invenção de Hugo Cabret) e do pessoal da London’s Moving Picture Company e Weta Digital na Nova Zelândia. Richard Taylor (a trilogia de O senhor dos anéis, King Kong) fará o design das armaduras e adereços especiais, além de lidar com os designs conceituais.

Joel Harlow será responsável pela maquiagem e demais adereços necessários para trazer os personagens às telas. O filme também contará com a designer premiada pelo Oscar Jacqueline West (O Regresso). A trilha sonora será responsabilidade de Thomas Newman (Skyfall).

A sinopse inicial é a seguinte:

60 anos após os eventos de A Viagem do Peregrino da Alvorada, o Rei Caspian é um homem velho e com pouca saúde, próximo à morte. Mais de 10 anos atrás, sua mulher foi morta por uma serpente e seu único filho Rilian desapareceu sem deixar traços, deixando Nárnia sem um herdeiro. Muitos dos grandes heróis de Nárnia foram enviados em busca do príncipe mas nunca retornaram. Aslam recrutou os jovens Jill e Eustáquio para encontrar o príncipe perdido. Eles estão emparelhados com um Paulama animado e pessimista chamado Brejeiro para guiá-los em sua jornada. Através de perigos incontáveis e cavernas profundas e escuras, o grupo de nobres amigos perseguiram na missão que os deixam face a face com um mal mais belo e mortal do que eles jamais poderiam esperar.

O filme ainda não tem data de estreia.

AOS OLHOS DO MESTRE

C__Data_Users_DefApps_AppData_INTERNETEXPLORER_Temp_Saved Images_chris14Dizem que em seus últimos anos, Beethoven passava horas tocando um clavicórdio quebrado. O instrumento estava danificado e carecia reparos. Faltavam-lhe teclas. Estava desafinado, era desagradável de se ouvir. Porém, o grande pianista tocava até que as lágrimas brotassem e lhe corressem pelas faces. Quem olhasse para ele, pensaria que ouvia o sublime e de fato ouvia. Apesar de estar surdo…
O fato é que Beethoven escutava o som que o instrumento devia produzir, não o que na realidade produzia.
Quantos de nós já não nos sentimos como o clavicórdio de Beethoven? Desafinado, Inepto, um tanto insignificante?
As intempéries da vida as vezes nos acomete com tanta intensidade, que nos causa danos, as vezes nos quebra de tal modo que não conseguimos produzir mais, como deveríamos.
Imagine a vida como uma grande orquestra, composta por vários instrumentos e regida por um grande Maestro. Pois é, Deus é o maestro e nós somos seus instrumentos.
Já parou para pensar no que Deus faz quando um de seus instrumentos está quebrado? Como reage quando as teclas de seu instrumento esta danificada e não funciona?  Por acaso Ele dá meia volta e vai embora? Descarta o instrumento danificado? De maneira alguma! Deus jamais desiste! Ele pacientemente concerta o que está quebrado e afina o instrumento até ouvir a canção que anela.
Quando Deus nos olha e vê todas as nossas falhas, Ele não se prende ao que parecemos ser no momento, porque Ele sabe o que com Ele poderemos vir a ser.
Jesus certa vez afirmou: “Aqueles que o Pai me deu, jamais os lançarei fora.”
Deus conhece a intensidade da sua dor, o limite da suas forças e a capacidade que você tem.
As pessoas podem não saber aquilo que te feriu ontem a ponto de fazê-lo mancar hoje, mas Deus sabe e está disposto a caminhar contigo e te curar.
Em Salmos 107:19-20 diz:
“ Então clamaram ao Senhor na sua angústia; e ele os livrou das suas necessidades. Enviou a sua palavra, e os sarou; e os livrou da sua destruição.”
Guarde isto em seu coração…
Um instrumento danificado e desafinado aos olhos de qualquer pessoa, pode até parecer algo inútil e descartável, porém aos olhos do grande Mestre maestro, há utilidade e muito valor.
Não desista ainda. Pois Deus não desistiu de você!

 

 

Monýh Oliver

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DIREITOS E DEVERES

 

Todos tem o direito de ser respeitado independente de sua etnia, credo ou opção sexual.
Todos tem o direito de viver ao lado de quem ama. Direito a uma segunda chance. Direito de viver em paz… Enfim, todos tem o direito de ser feliz.
Porém, a conquista dos nossos direitos começa, a partir do cumprimento de nossos deveres, por exemplo, vamos começar falando um pouco sobre respeito…
O respeito exige reciprocidade, ou seja, não é possível exigir respeito de alguém se eu primeiro não respeitar esse alguém.
Ou pior, como esperar respeito dos outros se eu mesmo não me respeito? Isso é algo a se pensar e ponderar.
No entanto, todo o ser humano tem autonomia para pensar e fazer suas escolhas, sendo assim, sempre haverá divergência de pensamentos e de escolhas. Ninguém é obrigada a concordar em tudo, mas é possível fazê-lo mantendo o respeito à decisão do outro. O simples fato de uma pessoa não concordar com certas opções do próximo, não a define como desrespeitosa ou como preconceituosa, porém suas atitudes errôneas para com ela sim.
O respeito é uma das bases fundamentais para qualquer grau de relacionamento. Ele não deve ser considerado como uma simples opção e sim como o dever de cada cidadão.
Falemos um pouco agora sobre DIREITOS…
Quando a palavra direitos repousa em nossos ouvidos, é algo que automaticamente aceitamos bem, porque isso nos remete a conquista de nossos anseios e isso nos agrada. Quem não gosta de usufruir do direito de viver ao lado da pessoa amada?
Mas para que isso seja possível, existe um dever a ser cumprido, é necessário respeita-la, valoriza-la e principalmente amar para ser amado!
Do mesmo modo acontece em relação a uma pessoa usufruir do direito de ter uma segunda chance, para que isso ocorra, é necessário haver um sincero arrependimento. A pessoa deve ser humilde o bastante para reconhecer e admitir seus erros e só assim ela estará realmente apta a aproveitar a sua segunda chance e não desperdiça-la.
O mesmo ocorre com aqueles que desejam usufruir do direito de viver em paz, para que isso seja possível, a pessoa deve selecionar bem as sementes que semeia. Pois, se semear vento é certo que colherá tempestade e com isso estará abrindo mão do direito de desfrutar da paz.
Enfim, todos temos o direito de ser feliz, mas para isso deve-se semear as boas sementes (bondade, paz, alegria, amor…)
Que possamos aprender a medir os nossos direitos, com a régua dos nossos deveres.
Que possamos aprender a respeitar, mesmo que os demais não respeitam e que acima de tudo, jamais deixemos de  respeitar a Deus e também a nós mesmos.
Que venhamos a fazer a nossa parte para que tudo à nossa volta melhore, sem nunca se afastar do bem. E que finalmente possamos entender que…
Direitos se conquistam, com o cumprimento dos nossos deveres.

 

Monýh Oliver

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Lembra aquela vez?

A Rocco acabou de anunciar os lançamentos de Julho, e entre eles está o finalista na categoria romance juvenil do Prêmio Lambda (o mais tradicional do segmento de literatura LGBT do mundo): Lembra Aquela Vez, do autor estadunidense Adam Silvera.

 

fonte: amazon.com

Sinopse: Lembra Aquela Vez conta a história de um garoto do Bronx (re)descobrindo sua sexualidade. Aos 16 anos, Aaron carrega no pulso uma cicatriz que registra a dor pelo suicídio do pai, mas, com o apoio da mãe e da namorada, Genevieve, está determinado a seguir em frente. Quando a garota viaja para um acampamento, porém, Aaron se aproxima de Thomas, e acaba encontrando nele mais do que um melhor amigo. Confuso, Aaron considera recorrer ao LETEO, um instituto que realiza procedimentos científicos para apagar memórias indesejáveis, na tentativa de esquecer lembranças ruins e, principalmente, quem ele é. Mas será possível encontrar a felicidade fugindo de si mesmo? Com uma narrativa pungente e sincera, Adam Silvera fala sobre bullying, homofobia, medo, incertezas, ética, amizade, amor, aceitação e a procura pela felicidade.

 

O livro foi elogiado por grandes veículos como o The New York Times e Chicago Tribune.

[RESENHA] Melancia – Marian Keyes

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Eu preciso começar esta resenha ressaltando um fato importante: eu não sou uma leitora de Chick-Lits. Realmente não sou. Mas, sabendo que isso era mais um preconceito literário do que um problema com o gênero baseado na minha experiência, resolvi pegar Melancia para reavaliar o que eu pensava sobre este tipo de livro.

Uma das coisas que eu gostei muito, e que me surpreenderam neste livro foi o modo como Keyes constantemente se refere aos clichês da comédia romântica de forma irônica e se recusa terminantemente a cair em qualquer um deles. Afinal, um livro em que a trama inicia com a nossa protagonista dá luz a uma linda menina e é abandonada pelo pai da criança ao mesmo tempo não pode ser considerado tipicamente romântico, não é mesmo?

Outro aspecto que deu para perceber é que Marian Keyes mostra que dá para escrever um livro com bastante humor, um humor bem particular que talvez alguns não gostem mas que, para mim, caiu muito bem, sem se resumir a isso. Pois outro problema que eu observava nos Chick-Lit era essa ideia de que entretenimento deveria ser igual a superficialidade e histórias engraçadinhas, mas que são facilmente esquecíveis.

Pois mesmo não sendo um livro profundo, com grandes reflexões filosóficas ou discussões mais densas, este é um livro que consegue abordar de maneira bem comprometida um dos grandes malefícios do machismo e da cultura do amor romântico: o relacionamento abusivo disfarçado de amor. Sem querer entrar em spoilers, Keyes mostra com clareza como você pode acabar duvidando de si mesma a tal ponto de acreditar que o que você sente não é real, que sua dor deve ser superada e, principalmente, que os erros do outro são, na verdade, culpa sua e é você que deve ser perdoada, e não o outro.

No meio de tudo isso, aprendemos a amar Claire que, como todos nós, é uma pessoa imperfeita, mas que merece ser tratada com respeito, com compreensão e empatia, algo que parece faltar a uma série de personagens que conhecemos em Melancia. Assim como sua protagonista, o livro em si não é perfeito, e talvez de fato o Chick-Lit não seja para mim, mas foi uma leitura prazerosa e que me mostrou que muitas ideias que eu tinha sobre o gênero estavam equivocadas.

DISTÂNCIA

 

Buscando misterios_ En busca del MisterioQuando nos afastamos muito de uma pessoa, por mais que ela grite, deixamos de ouvir sua voz. Por mais que ela queira nos abraçar, estamos distantes demais para sentir o seu toque.
O mesmo ocorre em relação a Deus. Muitos de uma forma equivocada, O julgam e apontam o dedo para o Criador de todo o universo acusando Ele de negligência, ou de ser tão distante a ponto de não ouvi-los.
Mas será verdade isso?
Bom, a Bíblia refuta tais alegações! Em Salmos 34:19 o salmista afirma:

“ Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas.”

Em Isaías 41:13 o próprio Deus garante:

“ Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita, e te digo: Não temas, que eu te ajudo.”

Em Isaías  59:1 o profeta diz:

“ Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido agravado, para não poder ouvir.”

E ainda em Salmos 34:18 o salmista mais uma vez afirma:

“Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.”

Deus não se distância de nós. Não deixa de falar conosco, muito menos nos nega auxílio. Nós que nos distanciamos dEle, toda vez que optamos pelo erro, dia-a-dia, fazendo disso um hábito.
Nos distanciamos tanto de Deus a ponto de não mais ouvi-lo e nosso coração se encontra tão endurecido em relação a Ele, a ponto de não mais senti-lo.
Excluímos Deus de nossas casas, de nossos trabalhos, das escolas das nossas crianças. O excluímos de nossa vida e o resultado disso não podia ser mais desastroso. Deus não é responsável pelo mal praticado e sim pelo bem efetuado! Precisamos ser conscientes e não nos esquivar de nossas responsabilidades.
Deus deseja estar próximo de cada um de nós, inclusive de você que está lendo. Você pode ter sofrido rejeição por parte das pessoas, pode se sentir desprezado e excluído. Porém, Deus não tem nenhuma resistência contra você! Ele não te rejeita, nunca te desprezou e jamais te excluiu.
Deus é amor e está aí batendo na porta do seu coração, esperando ser convidado a entrar. Acredite, ele não arromba portas, muito menos força entrada. Caso seja convidado a entrar, mudará o seu viver para melhor, pois traz consigo tudo o que é verdadeiramente bom. Pense nisso.

Deus Abençoe.

 

 

Monýh Oliver

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Terra Fértil

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Quanta dor o nosso coração é capaz de suportar? Já parou para pensar?
Pois muitas vezes aqueles que mais amamos nos decepcionam, não só uma vez, mas sim várias. E diante de tanta dor e decepção, muitos em um sistema de autodefesa acabam se fechando, construindo em volta do coração uma muralha, que é capaz de impedir novas feridas, novas dores.
Porém atitudes como essa, acaba isolando quem as pratica, afinal, a muralha tanto serve para impedir a entrada como a saída. Quem a consolida, dia após dia acaba isolada em sua própria dor, pois a ferida que esta lá, não foi curada, ela lateja, porque a mágoa e até mesmo o ódio, está presente para mantê-la aberta.
Como agir então diante de tanta frustração, dor e decepção?
Bom, todos os dias temos que lidar com um turbilhão de sentimentos que nos visitam. Algo importante a se entender é que o nosso coração é como uma terra fértil e os sentimentos são como sementes lançadas sobre ela.
O maior livro de todos os tempos atribui uma grande importância ao nosso coração. Em Provérbios 4:23 encontramos a seguinte orientação…
“Sobre tudo que se deve guardar, guarda o seu coração, porque dele procedem as saídas da vida.”
Guardar o nosso coração, não significa que temos que construir uma muralha à sua volta e o trancar a sete chaves e sim ter o extremo cuidado em relação aos sentimentos que permitimos que entre.
É impossível passarmos pela vida sem sermos decepcionados ou magoados por alguém, mas o importante é como reagimos a isso.
Se abrirmos a porta do nosso coração para a tristeza, a mágoa, a raiva e até mesmo o ódio adentrar e passarmos a nutrir tais sentimentos, certamente acabaremos presos a eles. Porém, se fecharmos a porta perante tais visitantes, estaremos nos livrando desse peso desnecessário e de um oceano de dor.
A questão de nos apegarmos a tristeza e a decepção, é que muitas vezes passamos a desacreditar na felicidade e no caráter das pessoas.
A falta de caráter de um, não define o caráter dos demais. Não devemos deixar de acreditar no sol, por causa da tempestade. Não devemos deixar de crer no dia, só por causa da intensidade da noite.
Existem muitas pessoas más sim espalhadas pelo mundo, mas ainda há as boas. E enquanto existir o amor e a bondade neste mundo o mal não vencerá.
Para se vencer diante de tais adversidades, é vital manter a fé e a esperança.
Talvez você que está lendo, seja uma pessoa que está exatamente passando por isso, está presa em meio a dor arraigada de um coração ferido e tem estado sozinha neste vale. Saiba que jamais devemos nos privar de ser feliz. Podemos ser felizes, tanto quanto nos propusermos.
Você pode até estar sozinho nesse vale, mas não precisa estar, o Criador está disposto a lhe acompanhar e auxiliá-lo a vencer essa situação. Não há dor tão intensa que Deus não possa curar.
E em relação a quanta dor um coração é capaz de suportar? Bom, muito mais do que se imagina. Pois Deus nos fez mais forte do que imaginamos.
Portanto, não desista de ser feliz! Não desista do amor. Não se feche para a vida. Jamais desista de viver. Seja terra fértil para os bons sentimentos.

 

Monýh Oliver

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DOMÍNIO PRÓPRIO

 

Domínio próprio - Estudos Cristãos

No livro QUANDO DEUS SUSSURRA O SEU NOME, Max Lucado escreveu…
Escolho o domínio próprio… Sou um ser espiritual. Depois de que tenha morrido este corpo, meu espírito levantará vôo. Nego-me a permitir que o que vai apodrecer governe o eterno.

Quanta verdade há nessas palavras! Quantos de nós não nos deixamos dominar pela fraqueza da carne? Pelos erros, pelos maus desejos e maus pensamentos?
A justificativa de muitos é que a carne é fraca, por mais que a intenção é de fazer o que é certo, no fim acaba sempre fazendo o que é errado. Mas tudo isso se resume à uma palavra… ESCOLHA.
O poder de mudar tudo isso está em nossas mãos. O Altíssimo nos agraciou com o poder da escolha.
Escolher o domínio próprio, não é impossível e nem tão difícil, porque o Senhor o já nos tem dado. Veja o que diz em 2 Timóteo 1:7:

“Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de domínio próprio.”

Considerando isso, basta querermos fazer uso do domínio próprio.
O problema é que muitos de nós optamos as vezes pelo caminho mais fácil, optamos por atalhos. E as vezes a escolha do domínio próprio, nos leva pelo caminho mais longo e até mesmo mais íngreme. Mas se somos filhos de Deus, é exatamente este caminho que devemos seguir. O Senhor já nos capacitou com tudo o que precisamos para triunfarmos neste caminho.
Cabe a nós fazermos a escolha acertada. É tempo de nos reavaliarmos. É tempo de mudar e buscar a santificação. Sempre é tempo de fazer o que é certo.
Se for para se embriagar, que seja na alegria.
Se for deixar-se levar pela paixão, que seja a paixão pela fé, pelas coisas lindas e boas que há nesse mundo.
Se for deixar-se guiar, que seja pelo Espírito Santo.
Se for para alguém ter influência sobre ti, que este seja Deus.
Se for deixar que algum sentimento opere suas ações, que este seja o amor.
Se for para adquirir aprendizado, que seja com o Mestre dos mestre, Cristo Jesus.
Negue-se a permitir que o que vai apodrecer, domine o que é eterno. Se for para escolher, escolha o que é certo e escolha Deus!

 

 

Monýh Oliver

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O quarto de Jacob – Virginia Woolf

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Considerado, tanto pela crítica quanto pela própria autora, como o primeiro livro “em liberdade” de Virignia Woolf, O quarto de Jacob é uma pequena preciosidade. Delicado, envolvente e já bem moderno, comparado ao tipo de literatura que era produzida na época, O quarto de Jacob é absolutamente encantador.

Aqui vemos uma Woolf que já começa a explorar os novos caminhos que a levarão a algumas de suas obras mais icônicas, como Mrs. Dalloway. Vamos aos poucos conhecendo e desvendando as minúcias do personagem Jacob, que me conquistou desde as primeiras páginas. Ele é estranho e de uma sensibilidade impressionante, assim como de um impulso reflexivo marcante.

Um dos pontos mais interessantes do livro é o modo como Woolf faz uso da nossa ideia idílica da Grécia Antiga para dar voz aos anseios tipicamente modernos que passam  a surgir na mente de Jacob.

Essa melancolia, essa submissão às águas escuras que nos cercam, é uma invenção moderna. Talvez, como diria Cruttendon, não acreditemos o bastante.

 

 

Maíra Protasio

Escritora e mestranda em Filosofia da Arte, vive desde sempre entre livros e cadernos. Vem publicando desde 2014 resenhas de suas leituras em seu blog: doquetenholido.wordpress.com

AMOR REAL

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O amor verdadeiro não se esvai feito poeira ao menor sinal de vento. Ele passa pela prova do tempo. Resiste em plena época de sequidão e floresce mesmo em meio as dificuldades.
Ele é palpável e tangível. Ele é real!
A Bíblia nos mostra o que o amor é:
Ele é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não é arrogante, não é orgulhoso, não é inconveniente, não procura seus interesses, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas sim com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O AMOR JAMAIS ACABA. (1 Coríntios 13:4-8)

Vemos estas características do amor, quando olhamos para a história de um homem que se apaixonou por uma bela jovem, mas precisou de 7 anos de trabalho duro, para um sogro de difícil conviver que o enganou, para conseguir casar-se com ela. E após o…

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